Marquês de Sade, à vontade. Lá estava ela, se entregando a mais uma fantasia. O encontro foi marcado num restaurante. Ansiosidade. mal ela sabia com quem iria encontrar. Experiência divertida. Ele não usava nenhuma peruca e nenhuma roupa diferente de seu estilo habitual. Mas se passava por um estrangeiro. Sotaque. Francês. Bicos pra cá, bicos pra lá. Por fim, ela beijou o gringo. Susto, pois ele reagiu com espanto como se mal soubesse o que estava pra ocorrer. O namorado com personalidade mudada a espantava muito. E excitava. Se inundava de vontade de conhecer o sexo parisiense. Ele, queria fazer algo pra ela depois de tanto que já recebeu. Se entregaram ao carnal, já em casa. Ela, ao ver as intimidades dele reveladas, se espantou como se nunca tivera visto nada igual. E viu, inúmeras vezes. Mas o que fez, foi a primeira vez. Despiu-se ficando apenas de calcinha. Uma mão envolveu o membro. A outra, desceu para suspirar. Com a maior delicadeza, o envolveu em sua veludez. Rapidamente coordenou os movimentos de suas mãos para acompanhar sua boca. Ele ia a loucura. Suce ma bite. O sotaque inebriável. Trocaram as funções. Ela, deitada e ele a beijá-la intimamente. Suce-moi. Me faire venir. Je suis tout à toi. E nesse jogo de palavras buscavam o amor. Ritmaram-se e se conheceram mais. Ofegantes, riam. Nada mal para um primeiro encontro.

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