Cadeiras.
Eu e toda a sua feminice. Simplesmente o melhor de você é o que absorvo. Exigente, caliente. Exuberante. Nas plataformas pedestais o melhor da vaidade e arrogância que retira o meu último suspiro. Em todas as embalagens, em todas as ruas. Tão atraente. Embasbacar é o mínimo ao falar. Há sempre um ar extridente. Cítrico. Me tira do sério. Eu quero esquecer de ser tímido e invadir um hiato entre duas palavras. As que você sempre me diz. No fim do Muito Obrigado pode ser tarde demais. Mas não passa disso. O meu sonho atualmente é o que você comeu. Teimosa, cheirosa, charmosa. O barulho dos grandes brincos acenam para mim uma fronde que concorda comigo. O meu cheiro são sonhos, doces e culpas. E ao servir-lhe sou mordomo de sua vontade e serviçal de minha libido. E agora perante você e minha bandeija de possibilidades. E saber que todos os dias você vem até mim. Na mesma hora. No mesmo maldito lugar. Ah. Que eu quero, de todas as formas. Assim, desequilibrado. Como serviçal. Como você quiser. O meu menu soletra os prazeres. Ajoelho-me e lhe demonstro a cortesia que eu quero lhe dar. Entre as coxas, o óbvio Muito Obrigado é sussurrado dentro do ouvido. Por favor, faça o seu pedido. Duas palmas é a ordem. Abre-te Césamo e eu vou lhe tocar.
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